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Sporting-V. Setúbal, 2-1 (crónica)

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Sporting-V. Setúbal, 2-1 (crónica)

Mensagem por katarina46 em Seg Abr 19, 2010 9:31 pm

Já parecia o destino provável, mas agora está praticamente consumado. Só mesmo a matemática pode colocar um ponto de interrogação na classificação final do Sporting. O quarto lugar será a herança de Carlos Carvalhal, técnico que teve uma noite feliz diante do Vitória de Setúbal (2-1).

A equipa sadina chegou à vantagem muito cedo, e chegou a sonhar com três pontos que deixavam a permanência praticamente carimbada. Manuel Fernandes montou bem a teia, para o regresso a Alvalade, mas Carvalhal esteve à altura do ídolo de infância. O técnico leonino soube identificar as necessidades da equipa, e lançou as bases da reviravolta.

As equipas ditas «pequenas» têm, em regra, duas formas de enganar as ditas «grandes». Ou exploram o contra-ataque, ou aproveitam os lances de bola parada. O Sporting deixou-se iludir pela segunda fórmula, quando o jogo tinha apenas 11 minutos. A defesa à zona saiu furada, e Collin voou mais alto na resposta ao canto de Neca, para a conclusão.

Carvalhal escolheu um «onze» ofensivo, com Veloso a lateral esquerdo, Yannick e Izmailov nas alas e Saleiro ao lado de Liedson. Mas surpreendentemente, a entrada em campo foi algo nervosa, sobretudo no sector mais recuado. O golo sadino não ajudou. Os «leões» procuraram reagir, mas não o fizeram da melhor forma. O quarteto defensivo trocava a bola com natural facilidade, tal como Pedro Mendes, mas depois surgia uma teia apertada. Os cinco elementos mais adiantados estavam longe da circulação de bola, embrulhados na bem montada teia sadina. O Sporting procurava as alas, mas os cruzamentos encontravam uma defesa fortíssima no jogo aéreo. Collin, Ricardo Silva, André Pinto e até Sandro e Djikiné dominam nas alturas.

Por irónico que pareça, o Sporting tinha unidades a mais no ataque. Ou pelo menos tinha jogadores a menos na zona de construção de jogo. Carvalhal percebeu-o, e ao intervalo trocou Yannick por Matías Fernandez.


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